Ensaios Ecotoxicológicos com organismos aquáticos – Atendimento à Legislação ambiental do Estado de São Paulo

Ensaios Ecotoxicológicos com organismos aquáticos – Atendimento à Legislação ambiental do Estado de São Paulo

Requisitos Técnicos para Ensaios Ecotoxicológicos no Estado de São Paulo

 

Em novembro de 2017 a Cetesb realizou um seminário que originou o material citado na bibliografia, o qual orienta detalhadamente os requisitos necessários para realizar os ensaios ecotoxicológicos e consolidar os relatórios técnicos para apresentação da documentação à Cetesb visando a obtenção de licenças, autorizações ou atendimento a exigências.

Um ponto de destaque refere-se ao prazo de validade e a preservação sob refrigeração das amostras, conforme descrito na tabela 1; algo que requere o planejamento adequado de todo o processo, desde a amostragem, o envio da amostra ao laboratório, a realização dos ensaios dentro das condições requeridas e o número máximo de amostras que podem ser processadas no laboratório por dia (capacidade operacional do laboratório).

Tabela 1 – Preservação e Prazo de validade das amostras para ensaios ecotoxicológicos Estado de São Paulo

Esta exigência está de acordo com o citado pela norma “Ecotoxicologia – Coleta, preservação e preparo de amostras” – ABNT NBR 15469 (2015) em relação ao prazo de validade das amostras: “preferencialmente o tempo entre a coleta e o ensaio dever ser o mínimo possível”. A tabela 1 da ABNT 15469 (2015) estabelece que o prazo de validade para preservação das amostras sob refrigeração (< 10°C) sem congelamento é de 36 HORAS para efluentes; 48 HORAS para águas; 60 dias para sedimentos, contados a partir do horário de coleta.

Ressalta-se que a “Nota a” da tabela 1 da ABNT 15469 (2015) também orienta: “Quando não se conhece a interferência do congelamento da amostra, a opção de congelamento deve ser evitada. Os componentes de resíduos sólidos (filtráveis e não filtráveis) encontrados em efluentes se alteram com o congelamento e descongelamento.” Portanto, para evitar quaisquer influências do congelamento na toxicidade da amostra devemos seguir esta orientação.

RESUMO dos requisitos necessários para a apresentação da documentação à CETESB referente aos ensaios ecotoxicológicos de águas e efluentes:

BIBLIOGRAFIA: ELHE – Setor de Ecotoxicologia Aquática. Novembro de 2017. “Ensaios Ecotoxicológicos com organismos aquáticos – Atendimento à Legislação Ambiental – Orientações para realização de ensaios e apresentação dos resultados nos documentos encaminhados à CETESB.”
ABNT 15469, 2015. “Ecotoxicologia – Coleta, preservação e preparo de amostras.”

Por: Sheila Vilas Boas Fraga

Análise de metais em vinho via ICP-MS: garantindo a qualidade e segurança na exportação

Análise de metais em vinho via ICP-MS: garantindo a qualidade e segurança na exportação

Determinação de Metais na Indústria Vinícola: Padrões OIV e ISO 17025

 

A presença de metais no vinho pode derivar tanto do processo biológico da fruta quanto do contato com máquinas industriais durante a vinificação. Elementos como alumínio, cobre, manganês, níquel, zinco e chumbo apresentam diferentes níveis de solubilidade e potencial impacto no produto final. No contexto da Argentina, décimo maior exportador mundial de vinhos, estudos acadêmicos identificaram concentrações relevantes de manganês, chumbo, molibdênio e cobalto que exigem monitoramento rigoroso.

Para garantir a segurança e a conformidade com as regulamentações internacionais, o laboratório TASQA-CEIMIC Argentina realiza análises especializadas por meio de Espectrometria de Massas com Plasma Indutivamente Acoplado (ICP-MS). Esta metodologia permite quantificar traços de metais com altíssima precisão, garantindo que o produto atenda aos requisitos dos mercados mais exigentes. Nossos processos são avaliados pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV, Método OIV-MA-AS323-07) e possuem a acreditação ISO 17025 concedida pela A2LA.

Cierre: No CEIMIC, apoiamos a excelência da indústria vinícola argentina. 

Contate-nos em vendas@ceimic.com

Poluição do odor no ar das grandes cidades

Poluição do odor no ar das grandes cidades

Impacto das Emissões Odoríferas na Saúde e no Meio Ambiente

 

As atividades industriais e urbanas geram diversos tipos de poluição atmosférica, incluindo a liberação de moléculas odoríferas que comprometem a qualidade do ar. Este fenômeno é particularmente crítico em grandes centros urbanos com alta densidade industrial, sistemas de águas residuais ou acúmulo de resíduos sólidos. Além do impacto estético ou do desconforto, a presença desses compostos pode agravar patologias respiratórias como asma, pneumonia e bronquite em populações vulneráveis.

É responsabilidade das empresas e autoridades ambientais mitigar essas emissões, identificando com precisão as fontes geradoras. Para responder a este desafio, o laboratório ES4I Peru, integrante do grupo internacional CEIMIC e acreditado sob a norma NTP-ISO/IEC 17025, oferece um estudo integral de odores no meio ambiente. Contamos com ampla experiência certificada na caracterização e monitoramento de emissões odoríferas, garantindo o cumprimento dos padrões de qualidade ambiental.

No CEIMIC, ajudamos sua organização a cumprir as regulamentações de ar. Contate-nos em info@ceimic.com

Análise de glifosato em café: conformidade com padrões internacionais para exportação

Análise de glifosato em café: conformidade com padrões internacionais para exportação

Determinação de Glifosato: Segurança Alimentar e Exigências do Mercado

 

O glifosato é um herbicida amplamente debatido devido à sua classificação por órgãos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), que o categorizou como “provavelmente carcinogênico”.

Diversas organizações ambientais também apontaram potenciais ligações com condições crônicas, neurológicas e problemas reprodutivos. Embora estudos conclusivos tenham se concentrado majoritariamente em modelos animais e celulares, a tendência global em segurança alimentar inclina-se para o princípio da precaução.

Neste contexto, manter os níveis de resíduos de glifosato ao mínimo não é apenas uma medida preventiva de saúde, mas um requisito indispensável para acessar os mercados internacionais mais exigentes. No CEIMIC, compreendemos os desafios da indústria do café e oferecemos serviços de análise de alta precisão para a detecção desta molécula. Nosso novo laboratório na Colômbia (Chía, Cundinamarca) conta com a tecnologia necessária para garantir que suas exportações cumpram os limites permitidos e as regulamentações vigentes.

No CEIMIC, protegemos a reputação da sua marca. Entre em contato pelo +57 3103987862 para análises especializadas.

Expoalimentaria Lima 2019

Expoalimentaria Lima 2019

CEIMIC se Consolida como Referência em Análise de Pesticidas na Expoalimentaria Peru

 

O CEIMIC reafirmou sua posição estratégica na Expoalimentaria Lima, uma das feiras de alimentos e bebidas mais relevantes da região.

O evento reuniu mais de 500 expositores e 3.000 visitantes internacionais de países como Brasil, Argentina, Equador e Indonésia, servindo como um ponto de encontro vital para o mercado de produtos frescos, grãos e processados.

Héctor Durán, Gerente de Vendas do CEIMIC Chile, destacou o potencial do mercado local: “O mercado peruano crescerá exponencialmente devido à riqueza de seus produtos endêmicos com alto potencial de exportação”.

Nossa delegação internacional, integrada por executivos da Argentina, Chile, Brasil e Peru, focou seus esforços em fortalecer laços com clientes históricos e desenvolver novos projetos.

Por sua vez, Marcos Cayotopa, Gerente de Desenvolvimento de Negócios no Peru, ressaltou o prestígio alcançado: “O reconhecimento de nossos clientes hoje nos posiciona como um dos laboratórios líderes para a análise de multirresíduos de pesticidas no país”.

No CEIMIC, seguimos expandindo nosso universo de serviços analíticos para acompanhar o crescimento das exportações em toda a América Latina.

Flavio Arribas (CEO do Ceimic), Marcos Cayotopa (Gerente de Desenvolvimento de Negócios no Peru), Claudio Losada (Gerente Geral do Ceimic HLAC), Gustavo Artiaga (Gerente Geral do Ceimic Brasil) e Héctor Durán (Gerente de Vendas do Ceimic Chile).